Dicas práticas de como chegar (e fotografar) na pedra do telégrafo!

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Uma das maiores “febres do momento“, sem dúvida alguma, é a foto na pedra do telégrafo, na cidade maravilhosa do Rio de Janeiro. Cada dia mais e mais pessoas estão posando de diversas maneiras em fotos que parecem desafiar a realidade. Mas como é possível chegar, curtir e fotografar nessa pedra? Continue lendo esse texto para descobrir o mistério dessas fotos! 

A trilha da pedra do telégrafo fica meio longe do burburinho do Rio, está localizada no bairro de Barra de Guaratiba. É possível realizar a maior parte do percurso de carro ou ônibus. Para quem vai de carro, o melhor jeito é jogar no seu gps pedra do telégrafo e então seguir as indicações, sendo essa a nossa escolha. Depois de passar pela Barra da Tijuca (e seguindo sempre em frente), passamos pelas famosas “Prainha” (um cantinho cheio de natureza e número reduzido de visitantes, “Abricó” (que inclui uma praia de nudismo) e “Grumari” (uma das praias favoritas dos cariocas), todas muito convidativas para uma parada, seja antes ou depois do passeio na pedra do telégrafo, mas atenção: cuidado ao parar o carro no acostamento ou em áreas que não tenham a indicação de permitido estacionar, pois vimos vários desses sendo rebocados. Além do prejuízo, não gosto nem de pensar em quanto ficaria um táxi dali até qualquer parte da cidade, portanto tome MUITO CUIDADO!

Minha sugestão de passeio é curtir a parte da manhã por essas praias e depois seguir para Barra de Guaratiba. Inclusive tenho uma sugestão de almoço maravilhosa e com preço justíssimo. Depois de cruzar a estrada que divide a praia de Grumari com o início de Guaratiba você deverá virar a esquerda. Feito isso, é só parar onde está a placa do Restaurante Tropical, um ambiente familiar e meio rústico onde é possível comer uma peixada de dourado por R$60 reais (ref: jan/2016). Para quem está disposto a pagar o triplo disso ou talvez até mais, pouco antes, no meio da “serra”, tem o restaurante “Point de Grumari”, com uma vista linda, música ao vivo e comida bem requintada.

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De carro só é possível ir até uma espécie de praça rotatória onde ficam vários ônibus. Seu maior desafio vai ser encontrar um lugar para deixar o carro que não tenha sinais de proibido estacionar. Dali eu retornei e parei cerca de duas ou três ruas depois daquela praça, como se estivesse voltando. Quem já está no Recreio pode ir até a Estação Gláucio Gil (BRT) e de lá pegar a linha que vai até Barra de Guaratiba. Para quem vai de ônibus e sai da zona sul, próximo a estação do metrô General Ozório tem uma parada próximo do arpoador, na Av. Rainha Elizabeth, que se chama BRS 3, I – Apollo Onze, onde se deve pegar o ônibus 2334 em direção a Campo Grande, descendo no acesso da estrada Roberto Burle Marx, onde se pega o próximo ônibus, de número 867, seguindo nele até o ponto final, justamente na pracinha anteriormente mencionada (se jogar no google maps ele lhe dará as coordenadas mais próximas de acordo com sua localização). Considerando a saída da Zona Sul, de carro o percurso leva uma hora e meia e de ônibus, segundo o google, quase cinco horas.

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Recomendo se programar para chegar nessa praça rotatória até por volta das 16 horas no horário de verão e 15 horas no horário normal, pois mais do que isso, as condições de luminosidade na pedra podem ficar comprometidas. Isso sem contar que lá em cima tem uma fila para as tão famosas fotografias, então acrescente mais um tempinho de espera para dar seu tão desejado clique.

Quem deseja economizar tempo e pernas paga de R$5,00 a R$7,00 reais para um mototáxi que sobe as primeiras ladeiras da comunidade, salientando que, apesar de se tratar de um morro/comunidade, não vi nenhum risco aparente pelos becos e vielas, inclusive pedi informação para vários moradores e eles pareceram muito receptivos com os turistas. Superada essa etapa, chegou a hora de seguir pela trilha mata adentro.

Apesar de não ter encontrado sinalização alguma, ocasionalmente encontrei pessoas subindo e descendo pelo caminho e adotei a seguinte lógica: sempre subir pela trilha mais ingrime quando me deparava com alguma bifurcação. A trilha é larga e sem mato, mas esteja com o corpo preparado, pois se gasta em torno de uma hora “caminhando” pelo percurso do início da trilha até de fato estar na pedra.

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Durante o trajeto muitas paisagens exuberantes se revelam, incluindo mirantes, uma bela ponte e o mar, tudo regado com muito verde; quem gosta de caminhar ou fazer trilhas não se decepciona. Já na pedra propriamente dita é difícil não ter um aglomerado de pessoas esperando pelo seu momento de fotografar. Depois de contemplar a vista incrível, caso você seja muito sortudo e não tenha ninguém fotografando, o melhor lugar para se posicionar é numa espécie de barranco, que fica bem de frente para a pedra. Dali, o segredo é cortar a parte que está debaixo da pedra, de onde se tem uma base de apoio para os pés, sugiro ver algumas fotos previamente para se ter ideias de fotos.

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Confesso que fiquei um pouco preocupado ao ver muitos jovens se arriscando em poses como ficar em um pé só ou ainda se pendurando na pedra com uma mão, dentre outras posições extremamente perigosas, o que não aconselho. Todo cuidado é pouco, afinal o lugar é muito alto e se assemelha com um desfiladeiro, sua vida vale mais do que uma foto, não é mesmo? Outra consideração é que as pessoas parecem focar apenas na pedra do telégrafo e ignoram o visual incrível que o lugar proporciona, sobretudo para apreciar o pôr do sol.

Prefira ir de tênis, leve água, protetor solar e também algum lanche. Eu recomendaria também levar uma lanterna, caso na volta se tenha pouca luz. Feito isso, a recompensa é compartilhar com os amigos uma foto que mais parece ser de mentira. E você, já viveu essa aventura? Mande sua foto para [email protected] ou use a tag #turisteiro no instagram que compartilharemos seus cliques.
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Amilton Fortes
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Amilton Fortes

Administrador, agente de viagens, especialista em coaching, fotógrafo e um turisteiro nato que adora escrever contando especialmente as coisas que ninguém disse sobre os lugares que visita. Segue pelo mundo colecionando seus ímãs de geladeira. contato: [email protected]
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