Santiago, no Chile: montanhas, neve e muito mais!

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Cada vez mais os brasileiros tem se interessado pela capital chilena e dentre os principais motivos está a tão cobiçada neve, mas a cidade não se resume a isso. Os chilenos são muito receptivos, a cidade possui excelentes hotéis, têm bons vinhos e uma vista sensacional da cordilheira dos andes. A seguir algumas dicas.

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Santiago foi considerada a terceira capital latino-americana com a melhor qualidade de vida, atrás de Montevidéo e Buenos Aires (não deixe nossa reportagem bem bacana sobre essa última, clicando aqui). Outra curiosidade é que por lá, os bairros tem sua própria administração, divididos em comunas, espécie de prefeituras, o que os tornam melhores e mais independentes.

Para chegar a cidade bastam aproximadamente três horas de vôo partindo de São Paulo ou cerca de seis horas para quem sai de Mendoza, na Argentina, e esta foi a minha escolha. Quem opta por este trajeto percorre a lindíssima cordilheira dos Andes, estrada que desafia muitos limites, cruzando a Puente Del Inca, o Aconcágua e os vales inesquecíveis, sendo boa parte dela do lado argentino.

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Passado o choque de ver, tocar e brincar com muita, mas muita neve na estação de Ski Portillo e seu cenário que parecia um estúdio de filme de ficção científica. Em relação a Argentina, as placas, a estrada, os serviços e tudo mais no Chile era bem diferente, muito organizado. Meio impressionante, meio mágico, o lado chileno estava coberto de neve e, de tão belo, parecia não ser uma paisagem real. Em 2014, a temporada de neve vai até o começo de outubro, então ainda dá tempo de vê-la.

Desci pelos caracoles chilenos, nas mais íngremes e surreais estradas pelas quais já passei na minha vida. A pista e suas descidas são tão emocionantes que você provavelmente sentirá um friozinho na barriga enquanto aprecia a vista. Desembarquei no terminal de “buses” integrado com o metrô Universidad de Chile (linha vermelha). Foram poucos passos e já estava dentro de um vagão moderno. Por alguns instantes achei que estivesse em São Paulo, pois muita coisa é parecida.

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Dali, é fácil chegar nos principais pontos da cidade utilizando a integração das cinco linhas disponíveis que, nesse caso, levaram-me até a estação Santa Isabel, região central da cidade. O metrô funciona até às 23 horas e vai a todos os pontos turísticos, resolvi todos meus deslocamentos por meio dele. Como na maioria das cidades, você adquire um cartão (tarjeta bip) e realiza a recarga, economizando dinheiro com tarifas diferenciadas.

Livre das malas, caminhei até Lastarria, um bairro charmoso, onde pode-se dar o luxo de comer pratos muitos bons encontrados facilmente em qualquer restaurante. E olha que têm muitos. Fiquei surpreso quando retornei para casa por volta das três da manhã e só havia alguns poucos mendigos na rua. Senti uma sensação de segurança inexplicável e um amigo chileno me disse que eram poucos os assaltos e crimes violentos na cidade.

No dia seguinte caminhei livremente por feirinhas livres. Subi também o “Serro Santa Lucía”, de onde se tem a vista impecável das montanhas (que em setembro estavam cobertas de neve) e da cidade como um todo. Bem ao lado desse Serro caminhei pelo “Paseo ahumada”, um calçadão que lembrava muito ao calçadão da quinze de novembro, em São Paulo. As lojas têm bons preços e pechinchando é possível sair com muitas sacolas nas mãos.

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Muito arborizada, Santiago têm lugares que parecem não respirar o ar de uma capital. A natureza simplesmente está ali, convivendo harmonicamente com o caos urbano. Destaque para o bairro de Belas Artes e suas muitas bicicletas e parques. Nos arredores deste bairro está o Pátio Bella Vista, um shopping gourmet que vale a visita. Pouco acima está a casa museu “La Chascona”, uma construção em forma de navio onde morou o famoso escritor chileno Pablo Neruda.

Mais alguns passos e você estará no Parque Metropolitano, um dos lugares mais visitados da cidade, que abriga o zoológico nacional, o Serro “San Cristobal” (subindo por meio do funicular, uma espécie de bondinho) e ainda um santuário e a virgem imaculada “Concepción”.

Ainda falando de tranqüilidade, gostei muito também do parque de “Las Esculturas”, que fica no bairro Providencia. É um local cativante, onde estão espalhadas diversas esculturas de renomados artistas, muito parecido com o Museu Felícia Leiner, que abordamos no nosso texto de Campos do Jordão, disponível aqui.  Várias pessoas se esticam na grama, debaixo das árvores e eu não hesitei em tirar o tênis e descansar um pouco ali, admirando o edifício Costanera Center que te

No quesito compras, a metrópole me causou enorme espanto. Parecia que quase tudo estava em liquidação quando colocava os preços no conversor de moedas do meu telefone. Em outubro de 2013, era casaco polar por R$35 reais, calça jeans por R$20. Tão surreal que comprei um Ipad mini por cerca de R$400 a menos que o preço brasileiro. Esse foi o meu “regalo”.

Destaco que as cidades de Viña Del Mar e Val Paraíso são um charme e merecem um dia do seu roteiro. Beleza, infra-estrutura e história são alguns adjetivos que combinam bem com as duas cidades que estão à beira do frio oceano pacífico, ambas bem pertinho de Santiago. Aos apreciadores de vinho, uma visita a vinicola “Concha y toro” também pode ser uma ótima pedida. Os amantes de ski ou mais curiosos pela neve vão curtir a ida ao Valle Nevado, mesmo que eu não tenha ido porque já tinha me dado como satisfeito com a neve da fronteira. Muitas empresas fazem transfer até a estação e quem quiser optar por preços menores deve cogitar um passeio às estações El Colorado, Farellones ou Portillo.

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Faltou inclusive conhecer o povoado de Renaca, onde estão as praias próprias para banho e que devem ser ótimas no verão. Se pudesse, teria esticado até a Ilha de páscoa, Pucón e o deserto do Atacama, parecem todos lugares muito interessantes, então considere-os em seu roteiro.

Ao final de tudo, concluo que é impossível vislumbrar todas as maravilhas chilenas numa única viagem. Graças as minhas ótimas companhias e a um roteiro bem planejado que só foi possível graças às técnicas de turisteiro, Santiago acabou se tornando mais um lugar inesquecível.Pensando que tinha acabado, ainda fui surpreendido quando vi os picos das montanhas cobertas de neve sob a Cordilheira dos Andes, mas dessa vez já dentro do avião. Portando, vai a dica: sente do lado esquerdo da aeronave. O Chile é um lugar que me faria voltar… e olha que não sou de repetir viagens! “Cachai” (entendeu)?

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Amilton Fortes
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Amilton Fortes

Administrador, agente de viagens, especialista em coaching, fotógrafo e um turisteiro nato que adora escrever contando especialmente as coisas que ninguém disse sobre os lugares que visita. Segue pelo mundo colecionando seus ímãs de geladeira. contato: [email protected]
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